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Como ficam os requisitos em TIERs diferentes?

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 No post anterior comentei sobre os níveis atribuídos aos TIERs, de acordo com a alguns fatores, como por exemplo a disponibilidade. Aqui o link para lembrar . E a imagem a seguir que ilustra os níveis dos TIERs. Neste post o objetivo é tratar de mais diferenças entre os TIERs, como por exemplo os requisitos necessários para fornecer as telecomunicações  entre os equipamentos que estão na sala das nuvens. Os níveis de TIER mantém-se como na figura anterior, do TIER 1 até o TIER 4. Segue assim a diferença entre cada TIER para a questão dos requisitos do sistema de telecomunicações em cada nível. TIER 1 Servido por apenas um único caminho de telecomunicações , com o final do caminho da infraestrutura estar na sala de entrada. A característica de ter um único caminho para a infraestrutura de telecomunicações segue entre a sala de entrada e os demais componentes de distribuição, tanto principal como o horizontal. Pode-se pensar em redundância, mas apenas no formato lógico. Como e...

A sala das nuvens são todas iguais? os TIERs

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 Um Data Center (a sala das nuvens como tenho usado) que aplica a norma TIA942 tem muitas informações para o seu correto funcionamento.  Mesmo assim, nem todo Data Center é igual.   O motivo é que existem níveis que classificam cada Data Center, o conhecido TIER . Para o Data Center ser um nível Tier precisa ser associado ao nível de 4 áreas que são: Telecomunicações Arquitetura Elétrica Mecânica Cada uma das 4 áreas é determinante para associar o nível do TIER, além de relacionar com o nível de disponibilidade do Data Center.  Assim, se um Data Center tem um nível de 4 para as áreas de Telecomunicações, Arquitetura e elétrica, e tem nível 3 para Mecânica, sua classificação é de TIER 3. Vale o que for menor em relação as 4 áreas Quanto as características de cada TIER, de uma forma geral são: TIER 1 Sem recurso de redundância, como por exemplo 1 linha de fornecimento de energia e de controle de temperatura. As paradas no sistema por ser de até 28.8h ao ano, com ou sem...

tá quente e tá frio - os corredores na sala das nuvens

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 No post anterior comentei sobre o último componente da norma TIA-942. No entanto, não termina assim o assunto desta norma. O canário de Data Center tem muito mais informações e detalhes que precisam ser seguidos para o correto uso deste ambiente. E um deste pontos e que é considerado como crítico é sobre a temperatura do ambiente . Mais especificamente da Computer Room. Já tinha comentado em posts anteriores sobre a questão da gestão da temperatura em ambientes onde estão os servidores em um sistema de cabeamento estruturado.  E no Data Center, o controle é ainda mais severo. Esta questão é descrita na norma como corredor quente e corredor frio . A imagem a seguir ilustra de uma forma geral como estes corredores estão disponibilizados em um Data Center. Observe que como existem muitos racks que estão dispostos um lado do outro, a quantidade de calor dissipado pelos equipamentos é considerável. Muito rápido o ambiente tem uma temperatura elevada caso nada seja feito para resf...

O cabeamento horizontal da sala das nuvens

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 Nos sistemas de cabeamento estruturado estamos acostumados com os cabeamentos do tipo backbone e do tipo horizontal. No post anterior, comentei sobre o do tipo backbone ( aqui o link ) para a norma que é aplicada para a estrutura de cabeamento na sala das nuvens, a TIA-942.  A imagem a seguir é para relembrar os componentes que fazem parte da estrutura em uma empresa do tipo Data Center e assim entender a localização do cabeamento horizontal, objetivo deste post. Observe que o cabeamento horizontal faz a conexão com os equipamentos finais de um Data Center, tanto da área do Computer Room quanto na área de gestão deste espaço. Portanto tem a mesma função e ação dos outros cenários que já comentei de outras normas. Até aqui nada de novo! A topologia aplicada com uso do cabeamento horizontal neste ambiente de Data Center também é a do tipo estrela, igual como no componente cabeamento backbone.  Quando na estrutura está a presença do ZDA, este componente é conectado com o co...

O cabeamento backbone da sala das nuvens

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 A norma TIA-942 é especificação de cabeamento estruturado para Data Center. A imagem abaixo ilustra os componentes de um ambiente típico para um Data Center.  As postagens anteriores do blog #ComFioEstruturado tem os detalhes de cada um dos componentes: - A sala de entrada ER - A TR . - A Computer Room .  - MDA . - HDA . - ZDA . - E finalmente a EDA . Em termos de espaço, não tem mais nenhum para ser comentado, de acordo com a norma TIA-942. O que falta para comentar é sobre o cabeamento utilizado. E semelhante como nas normas anteriores, existem observações para o cabeamento de backbone e para o cabeamento horizontal. Neste post vou comentar sobre o cabeamento backbone. Este cabeamento efetua a comunicação entre os elementos ER e a MDA e entre este MDA e o HDA . A topologia aplicada é sempre do tipo hierárquica para permitir a distribuição entre os elementos citados e ilustrado na imagem a seguir. Quais tipos de cabo pode ser aplicado nestes componentes? 🤔 O tradicion...

Alguma atualização neste 2º ano do #ComFioEstruturado?

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" Eu voltei agora pra ficar.  Porque aqui, aqui é meu lugar " ( Compositores: Esteves Erasmo / Losi Jose Alejandro, voz  Roberto Carlos) Mil perdões pela falta de atualização no blog. O motivo é nobre: CERTIFICAÇÃO CCNA!!! Mas o assunto aqui é outro: o que pode ter mudado nas normas do Cabeamento estruturado? Este post é uma comemoração dos 2 anos do blog #ComFioEstruturado.  O que teve de novidade nestes 2 anos?  Primeiro vamos para as normas, de acordo com o site oficial da TIA. Abaixo estão as informações de 2020, 2021 e de 2022. Norma                    dezembro de 2020                         Agosto de 2021          Agosto 2022 568.0                              E                 ...

FINALMENTE... o último ... EDA, será?

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 Pelos topologias apresentadas anteriormente, parece que temos o último componente da sala das nuvens, o EDA. O significado é Equipment Distribution Area. Observe o destaque do local deste componente na imagem abaixo. E advinha o que temos aqui? Os equipamentos dos clientes (e os dados destes clientes por exemplo) que estão guardados dos dispositivos "presos" nos racks que fazem parte do componente EDA. Assim, nestes racks temos: Material passivo Material ativo, como switches e os servidores, este último o objetivo de estar na sala das nuvens Então aqui temos só racks com os servidores. Imagina o tanto de calor que deve fazer 🔥? Exato, muito quente e que precisa ter a temperatura bem mais baixa ⛄. Portanto, é indispensável adequar a área ocupada pelos racks. São os muitos conhecidos: corredor quente  corredor frio E como faz isto😕? São cenas para os próximos capítulos, opa, na verdade, para os próximos posts.

ZDA - para apoio na divisão de tarefas da sala das nuvens

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Eu comecei a comentar sobre a "sala das nuvens" (😂) ou Data Center no post deste link , com uma visão geral sobre a norma que rege este tipo de espaço. E neste post tem a topologia mais comum aplicada para estudo deste tipo de espaço. Assim, comentei cada um dos espaços: Sala de entrada A TR A Computer room , que tem várias divisões. Já comentei sobre a MDA e sobre a HDA . E neste post está a ZDA, chegando quase ao final dos componentes que formam a sala das nuvens. E como não podia ser diferente, na imagem acima está a topologia que uso em todos em posts, com destaque para o elemento ZDA, que é o objetivo desta postagem. O significado da sigla é Zone Distribution Area. E pela imagem é possível perceber que está presente logo após o HDA e antes dos itens que fornecem a conexão final, o EDA (que está no post a seguir). Qual o motivo desta localização 😕? Este componente tem a função de fornecer o ponto de consolidação de cabos entre o HDA e o EDA. Para quê 😕? Para permitir ...

HDA - ajudante na divisão de tarefas nas nuvens

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 Desde o post de apresentação da norma 942 ( aqui o link ) que utilizo a topologia da imagem a seguir como referências para apresentar os espaços de um Data Center, com base nas normas de cabeamento estruturado, neste caso a norma TIA-942. Para dar continuidade aos detalhes de cada item da topologia, este post é sobre o componente HDA, como marcado na imagem acima. A sigla HDA tem o significado de Horizontal Distribution Area. Sua ação é bem semelhante à TR, já comentada em um post passado ( aqui o link ). Então, se faz a mesma coisa, para que outro nome? O motivo é que a semelhança é em termos de ação. O HDA tem a função de ponto de distribuição do cabeamento horizontal entre o MDA e os equipamentos ativos dos demais racks da estrutura.  Conforme ilustra a figura anterior, faz a interligação entre o backbone e o cabeamento horizontal, só que dos equipamentos internos do Data Center e não da rede de uso dos funcionários do Data Center. Este espaço serve ainda de abrigo para a ...

MDA concentra a conexão da sala das nuvens

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No post sobre a apresentação da norma TIA-942 ( aqui o link ) apresentei a topologia mais geral para ter-se um visão dos espaços e interligações em um Data Center. Nesta topologia que está na imagem a seguir, está o espaço que descrevo neste post: o MDA ou Main Distribution Area Observe pela imagem que este espaço faz a interligação entre os demais componentes da Computer Room (que comentei no post anterior e claro aqui está o link ) com o espaço espaço anterior, como por exemplo: A sala de entrada (já comentei neste post ) A TR que serve de apoio ao Data Center ( aqui o link do post sobre este espaço) Devido a esta localização, a MDA é comumente conhecida como Cross-connect Em termos de equipamentos, este espaço é composto de switches do tipo core e ainda por roteadores, guardados nos racks do tipo abertos, e interligados por uma grande infraestrutura de cabeamento estrutura, através do uso de Patch Panels e DIOs. Como é considerada uma área para manobras de conexão entre os diversos...

O main space da sala das nuvens

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 No post anterior comentei sobre a TR em um Data Center ( está aqui o link ). Neste post vou iniciar os detalhes da sala denominada como Computer Room. Observe este espaço na topologia default de um Data Center que está ilustrada na imagem abaixo. Este espaço é composto das principais áreas que formam um Data Center, interligados por cabeamento do tipo Backbone e Horizontal. Estes espaços que forma o Computer Room são: MDA: Main Distribution Area HDA: Horizotnal Distribution Area ZDA: Zone Distribution Area EDA: Equipment Distribution Area Nos próximos posts comento os detalhes de cada um deste espaços. Nesta postagem quero apenas detalhar algumas características do espaço Computer Room. Um dos primeiros aspectos que devem ser observados para esta é sala é a sua localização O local escolhido para abrigar a Computer Room não pode ter restrição para expansão . Com esta situação, além da liberdade para expandir, é possível garantir um acesso para manobras de grandes equipamentos. ...

Uma TR na sala das nuvens - ANSI-TIA 942

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 No post anterior comentei sobre a sala de entrada do cabeamento estruturado em um Data Center, de acordo com a norma TIA-942. Segue aqui o link . O próximo espaço é a Telecom Room, conforme está destacado na imagem a seguir De acordo com a imagem a Telecom Room tem a responsabilidade de fornecer o suporte à MDA, interligada pelo cabeamento de backbone e também estar conectada a outras salas do Data Center através do cabeamento horizontal e interligando-as ao MDA.  Dependendo do tamanho do Data Center este espaço pode ser: Apenas 1 sala Mais de 1 sala de Telecom Integrada ao MDA Os equipamentos que estão guardados neste espaço fornecem conectividade de rede para os dispositivos finais das áreas administrativas do Data Center. Além disso, os profissionais deste Data Center podem ter interligação com os equipamentos e dispositivos que estão na MDA, com uso de acesso remoto de equipamentos do tipo KVM. E como pode ser organizada esta sala de Telecom? Lembra da norma ANSI/TIA 569?...

A sala de entrada para a sala das nuvens - ANSI-TIA 942

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 No post anterior comentei de uma forma geral a norma TIA 942, que é aplicada em um um espaço específico de uma estrutura de rede: o Data Center. E comentei neste post que a estrutura tem alguns espaços que permitem aplicar as regras de acordo com este local, como ilustra a imagem a seguir. Neste post vou começar pelo espaço Sala de Entrada. Será que é diferente das outras Salas de Entrada das normas ANSI/TIA-568? 🤔 Na definição da norma TIA-942 este espaço serve como interface entre o cabeamento interno do Data Center e o cabeamento externo proveniente tanto das operadoras como de outros edifícios. Bom , até aqui tudo igual às demais normas! 🥰 Outro detalhe é que de preferência que seja uma sala exclusiva para este fim. Também até aqui nenhuma novidade, visto ter material da operadora, que é melhor ficar em um espaço exclusivo para salvaguardar todo recurso das empresas operadoras que fornecem link de acesso ao Data Center. Porém nada impede (a norma por exemplo, em termos de...

As normas das salas que guardam as nuvens- ANSI-TIA 942

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E cheguei ao Data Center, o espaço físico onde as nuvens estão guardadas!!! A norma que atua neste tipo de espaço é a TIA 942. Na data deste posta está na versão B, de julho de 2017 (consulte sempre o link do TIA Online )   E claro que as demais normas disponíveis neste blog, tem sua importância para o entendimento da norma 942. Estas normas já comentadas são: ANSI/TIA 568 ANSI/TIA 569 ANSI/TIA 606 ANSI/TIA 607 Em termos de topologia, esta a norma 942 tem a estrutura conforme ilustra a figura a seguir: Observem que existe uma certa similaridade com a topologia da norma ANSI/TIA 568, com o cabeamento backbone e com o horizontal e ainda o uso de topologia estrela, pelo menos do ponto de vista mais geral. Então qual o motivo de ter uma norma específica para este espaço? A resposta para esta questão é justamente em virtude do uso que este espaço fornece, conforme citado documento oficial da norma, de ter  uma compreensão  do espaço do data center ainda na fase de planejamento...

O outlet do cabeamento na residência

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 A norma ANSI/TIA 570 informa sobre como deve ser a infraestrutura de um sistema de cabeamento estruturado para uma residência. A particularidade desta estrutura é que além do serviço de dados é possível ter serviços de multimídia como por exemplo voz e video sem depender do suporte do acesso à Internet e ainda o serviço de segurança, a qual também pode não depender do serviço da Internet. Nesta situação os outlets precisam fornecer o acesso necessário a estes tipos de equipamentos, como ilustra a área marcada na imagem a seguir Na imagem é possível visualizar a distância máxima entre o DD e os outlets de 90 metros, semelhante a norma ANSI/TIA568. O caminho percorrido entre o DD e os outlets deve ser preferencialmente embutido na parede Devido a variedade dos tipos de equipamentos e suas conexões, os outlets devem suportam os seguintes cabeamento e suas características: Fibra óptica, multimodo e monomodo, com conector compatível ao do equipamento final Par-trançado, 4 pares, UTP de...

O core do cabeamento na residência

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 No post anterior comentei sobre o ponto de entrada do cabeamento estruturado para residência. Para que esta conexão continue a conexão com a estrutura interna são necessários alguns componentes, os quais  fazem parte da estrutura residencial. São eles: Cabo ADO ADO Cord DD DD A imagem abaixo ilustra a localização dos componentes O cabo ADO e o ADO são a ligação física com os equipamentos da operadora do serviço externo O cabo DD e o DD são responsáveis pela distribuição com os outlets (já no próximo post tem este assunto) Vamos aos detalhes de cada um. ADO e Cabo ADO O significado de ADO é  Auxiliary Disconnect Outlet. Esta dupla tem a função de desligar o sistema interno que é distribuído pelo DD do sistema de operadora, que está no NID (explicado no post anterior). Desta forma, no evento de trocar de operadora de internet, basta desconectar o equipamento da operadora sem a necessidade de alterar o sistema de cabeamento interno. DD e Cabo DD O significado de DD é Distr...

Na residência a norma para a porta de entrada

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No post anterior ( aqui o link ) comentei sobre a topologia geral da norma ANSI/TIA 570. Mesmo com o uso da topologia do tipo estrela para distribuir a conexão pela residência e ter uma abrangência menor que uma empresa, tem muitos itens em comum com a topologia da norma ANSI/TIA 568. Assim vou dividir a explicação sobre a norma ANSI/TIA 570 em 3 partes: O ponto de entrada O distribuidor Os outlets E neste post, vou descrever sobre o ponto de entrada, cuja infraestrutura está marcada na imagem acima O ponto de entrada consiste da linha que separa os equipamento de comunicação da empresa operadora do serviço externo com o cabeamento da residência. Para este ponto tem-se o NID ou Network Interface Device. Como ilustra na imagem, este não deve estar a mais de 150 metros do outlet mais distantes ( assunto para post futuros 😉).  Como 150 metros é muito para algumas residências, é possível que o NID fique em um ponto mais distantes da estrutura residencial e atenda várias residências pr...

Ate as residencias precisam de normas - ANSI-TIA 570

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 Quando comecei a comentar sobre as normas de cabeamento estruturado no post sobre a norma ANSI/TIA 568  trouxe um quadro com a maioria das normas aplicadas para cenários que as normas de cabeamento estruturado era possível ser devidamente aproveitada. Nos post seguintes comentei sobre esta norma, usando a divisão dos espaços para explicar o que a norma diz como correto. Então, segui assim para as normas: ANSI/TIA 569  ==> para a proteção do sistema de cabeamento ANSI/TIA 606  ==> para a documentação do sistema de cabeamento ANSI/TIA 607  ==> A proteção elétrica para o sistema de cabeamento Até aqui as normas são complementares. O post de hoje é sobre o uso das normas de cabeamento em um espaço específico: o sistema de cabeamento em um residência. E aqui também são aplicados divisões na estrutura, através de uma topologia própria, como está ilustrado na figura abaixo De uma forma geral tem a componente de entrada, de encaminhamento até o distribuidor e ...

1 ano do Com fio Estruturado - É possível ter atualização?

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  E este post é comemorativo de 1 ano do blog #ComFioEstruturado.  Já sabem que eu adora as normas do sistema de cabeamento estruturado. Os meus alunos, quando visualizam alguma "artimanha" de infraestrutura do cabeamento, enviam sempre alguma fotografia do evento. Obrigada por isso e continuem com o envio. E para comemorar este 1 ano quero deixar a informação de como está a atualização das normas, de forma oficial, segundo o site da TIA. Não mudou muita coisa. está assim, desde o post que fiz em Dezembro de 2020. Norma                    dezembro de 2020                         Agosto de 2021 568.0                              E                                    ...

Conectar as pontas - TBB e BCT

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 Nos posts anteriores comentei sobre as placas que recebem o cabeamento de aterramento da estrutura disponível em um sistema com cabeamento estruturado. Aqui os links para leitura sobre as tais placas, caso ainda não tenha feito a leitura: TGB e TMGB . E conforme comentei no final do post anterior, é preciso interligar estes componentes com o o aterramento central, através de uma estrutura específica. Observe na imagem abaixo, estes elementos conectados entre si. Pela figura observe que as interligações são realizadas pelo: TBB: Telecommunications Bonding Backbone BCT: Bonding Conductor for Telecommunications Se a mbos tem a responsabilidade de interligar as placas, qual o motivo de ter 2 nomes diferentes 😕🤔? É apenas pela função que exerce. O TBB interliga as placas dos TGBs até a placa do TMGB. Já o BCT interliga a placa do TMGB ao sistema de aterramento da estrutura. Tais cabos tem a característica quanto a bitola de acordo com o comprimento. A tabela abaixo é um ex...